Durante as Guerras Mundiais e, em especial, na Segunda Guerra, o desenvolvimento da tecnologia para fins militares tornou-se peça fundamental: desde armas incrementadas, utilização de aviões e submarinos até o uso de dispositivos de comunicação e intercepção, como o rádio transmissor e os radares.
Continuar lendo EnigmaO Treinamento de um Piloto da Luftwaffe
Extratos do livro “I Flew For The Fuhrer”, de Heinz Knoke
Heinz Knoke foi um dos mais importantes pilotos da Alemanha nazista, e este registro dramático das suas experiências, ilustrado com suas fotos pessoais, tornou-se um clássico entre as memórias da aviação. Ele se uniu à Luftwaffe na eclosão da guerra, subiu ao posto de comandante, e recebeu a Cruz de Ferro. Knoke conta vividamente como foram suas batalhas aéreas, e capta a sua total desolação à derrota da Alemanha.
Continuar lendo O Treinamento de um Piloto da LuftwaffeCzeslaw Weska: O Polonês Sobrevivente do Dia D que Vive no Rio Grande do Sul
Madrugada de 6 de junho de 1944. Costa da Normandia. Em uma barcaça repleta de soldados, tanques e veículos um jovem polonês aguarda ordens junto a sua motocicleta Harley Davidson 750cc. Ele não sabe onde está e, embora tenha a certeza de quem é o inimigo, não tem a menor ideia de quantos deles terá de enfrentar, muito menos qual é a sua missão ou seu destino.
Continuar lendo Czeslaw Weska: O Polonês Sobrevivente do Dia D que Vive no Rio Grande do SulHiroshima: Memórias de um sobrevivente
Desejo apagar esta repugnante e desagradável lembrança de minha memória. O seis de agosto vem de novo este ano [1993], como sempre. Sei que está é a minha última chance para registrar, em três partes, o que sofri.
Continuar lendo Hiroshima: Memórias de um sobreviventeColetes à Prova de Balas
No início da guerra, os Estados Unidos tentaram criar coletes para as infantarias, mas eles ficavam extremamente pesados, incompatíveis com o equipamento e restringia a movimentação do soldado. Por isso, deixaram os coletes pesados de lado e investiram na criação de coletes feitos com nylon, chamados por eles como “flak jackets”.
Continuar lendo Coletes à Prova de BalasAs Estratégias Usadas no Dia D
Estratégia Aliada
Primeiro podemos analisar o motivo para atacar a Normandia e não o Passo de Calais (Estreito de Dover, para os ingleses), que seria o local mais lógico, pois é o de menor distância entre os países (aproximadamente 20 milhas contra 100 milhas para a Normandia). E foi por onde os ingleses fugiram em junho de 1941 na fuga de Dunquerque. E justamente por ser o local mais lógico e onde os alemães estavam esperando e tinham a melhor defesa preparada. As praias da Normandia não eram ideais mas era onde se encontrava menor concentração de defesas alemãs.
Continuar lendo As Estratégias Usadas no Dia DRelato de um correspondente no Dia D
Este é o relato do correspondente Ernie Pyle (morto em Okinawa em 1945) sobre os aspectos do desembarque no Dia D e a luta nas sebes.
Cabeça de praia da Normandia, 15 de junho de 1944 – O navio no qual eu rumo para a invasão do continente traz também alguns componentes da segunda leva de tropas de assalto. Chegamos nas águas congestionadas um pouco depois do escurecer do Dia D+1.
Continuar lendo Relato de um correspondente no Dia DA Ponte Pégasus
Ponte Pegasus é o nome pelo qual ficou batizada a ponte sobre o Canal de Caen, em Bénouville, na região da Normandia, França, após ter sido tomada de assalto durante a Segunda guerra mundial por tropas britânicas transportadas por planadores comandadas pelo Major John Howard, na madrugada de 06 de junho de 1944. O nome “Pegasus” deriva da insígnia que os militares aerotransportados britânicos ostentavam no uniforme, uma imagem de um cavalo alado, Pégaso.
Continuar lendo A Ponte PégasusHiggins LCVP – Os Barcos do Dia D
LCVP – Landing Craft, Vehicles and Personnel (Desembarque de Arsenal, Veículos e Pessoal). O coronel Joseph H. Alexander, dos fuzileiros navais, era exato dizer que os LCVPs eram “uma inovação agitante, que derrotaria a Alemanha e o Japão tão mais facilmente quanto todas as outras tecnologias.”
Continuar lendo Higgins LCVP – Os Barcos do Dia DA Muralha do Atlântico
A Muralha Atlântica era um cinturão de fortificações construído pelos Alemães ao longo da costa da Europa Ocidental, entre 1942-44 para repelir uma provável invasão anfíbia Anglo-Americana lançada da Grã Bretanha. Para erguer essa “muralha”, os alemães empregaram Fritz Todt, o engenheiro que desenhou a Linha Siegfried, a Muralha Ocidental ao longo da fronteira franco-alemã, e milhares de trabalhadores forçados para construir as fortificações permanentes ao longo da costa belga e francesa defronte ao Canal da Mancha.
Continuar lendo A Muralha do Atlântico